Foi hoje apresentada a programação cultural da Fundação da Casa de Mateus, reunindo dezenas de iniciativas que cruzam diversas expressões artísticas e prometem afirmar, uma vez mais, a vitalidade cultural da região.
A programação agora revelada destaca-se pela sua riqueza e diversidade, refletindo um ecossistema cultural dinâmico e inclusivo. Nesse sentido, a autarquia considera essencial estar ao lado de entidades que contribuem ativamente para o desenvolvimento do território, promovendo a produção e criação artística, bem como o acesso à cultura para todos.
A Casa de Mateus, enquanto monumento nacional, afirma-se como um palco privilegiado da arte, e é, de facto, um lugar de criação contemporânea e um espaço de cruzamento entre diversas expressões artísticas, onde tradição e inovação dialogam de forma singular. Mais do que uma forma de entretenimento ou fruição, a arte assume-se como um instrumento fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico e para a construção de uma sociedade mais consciente e participativa, um papel que a Casa de Mateus tem vindo a cumprir de forma exemplar ao longo dos anos.
O Município voltou a associar-se a esta programação, garantindo algum apoio financeiro à sua concretização, numa colaboração que tem vindo a ser desenvolvida de forma consistente ao longo dos últimos cinco anos. Esta parceria reforça o compromisso com o trabalho em rede e a cooperação entre instituições, pilares fundamentais para a dinamização cultural do território, traduzindo-se também em coproduções com o Teatro de Vila Real e numa forte articulação com o Arquivo Municipal.
A vereadora da Cultura sublinha a importância desta colaboração: “Esta é uma parceria que muito nos orgulha e que espelha bem aquilo em que acreditamos: uma cultura construída em conjunto, em rede, capaz de chegar a todos. Reconhecemos na Casa de Mateus um espaço único de criação e encontro artístico, que tem sabido afirmar-se pela qualidade e consistência do seu trabalho. Para o Município, é fundamental apoiar projetos que valorizam o território, estimulam a participação cultural e criam novas oportunidades para artistas e públicos.”