VILA REAL ACOLHEU ASSEMBLEIA-GERAL DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CIDADES E VILAS DE CERÂMICA


Vila Real recebeu, no dia 17 de abril, a Assembleia-Geral da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica (AptCVC), numa sessão que assinalou também o 8.º aniversário desta entidade dedicada à valorização do património cerâmico nacional.
Participaram na reunião autarcas e técnicos de vários municípios, numa jornada marcada pela partilha de experiências e pelo reforço da cooperação entre territórios com tradição cerâmica. A receção aos participantes decorreu ao som de Ricardo Tojal, proporcionando um momento cultural de acolhimento.
Na abertura dos trabalhos, o presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Alexandre Favaios, destacou a relevância da associação: “É para nós uma honra pertencermos aos órgãos sociais desta Associação, que tão bem promove, valoriza e preserva a tradição cerâmica dos nossos territórios. A AptCVC representa não apenas um património material de grande valor, mas também a identidade, a história e o saber-fazer das nossas comunidades.”
Também Mara Minhava, vereadora da Cultura, sublinhou a importância do trabalho desenvolvido: “A AptCVC tem sido determinante na criação de redes de cooperação entre municípios, trabalho que se traduz no aumento da atratividade turística e na geração de novas oportunidades para a economia local, beneficiando diretamente a nossa comunidade.”
Após a reunião, os participantes tiveram ainda a oportunidade de visitar Bisalhães, berço da emblemática Louça Preta de Bisalhães, classificada como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
Recorde-se que Vila Real, cuja adesão à AptCVC ocorreu em 2022, assumiu recentemente a vice-presidência do Conselho Fiscal para o mandato 2026-2027, integrando os órgãos sociais da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica. Reforça, deste modo, o seu papel ativo na estratégia nacional de valorização da cerâmica, contribuindo para a projeção e preservação de uma tradição tão singular e autêntica, que continua a afirmar-se como um motivo de orgulho coletivo e um símbolo identitário da região.